O NVIS-TUGA foi criado por civis e militares, investigadores e profissionais de engenharia, veteranos, que ao longo dos últimos 50 anos participaram em missões da arma das transmissões, no âmbito da Defesa Nacional, NATO, ONU e EUFOR, em TO da guerra colonial nas colónias portuguesas e missões de paz da ONUMOZ, UNAVEM, IFOR, SFOR, KFOR, EUFOR e ISAF, abrangendo os três ramos das forças armadas, exército, marinha (fuzileiros) e força aérea

Traduzir

EnglishFrench German Spain Italian Dutch Russian Portuguese Japanese Korean Arabic Chinese Simplified

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Antena dipolo "V" invertido

1 comentário:

  1. Um exemplo prático, bem colocado, da mais simples das genuínas antenas de NVIS (o dipolo), de salientar que o emprego do elemento reflector, apenas se justifica para as instalações em que a antena esteja habitualmente situada a uma altitude igual ou superior a 25% do comprimento de onda.

    Na generalidade das aplicações, o solo funciona como elemento reflector, desde que a antena seja colocada e focada relativamente ao terreno, a uma altura de cerca de 0,1 de Lambda (10% do comprimento de onda). Na prática e dependendo da condutividade dos solos, essa altura de focagem da antena, pode até ser inferior a este valor, podendo facilmente ser optimizado, elevando ou o mastro ou a adriça que sustenta a antena.

    Caso se opte pelo emprego do reflector, este deverá ter maior comprimento que o 1/4 de onda de cada elemento radiante do dipolo. O jogo entre a distância e o comprimento do reflector, permitem ajustar o melhor rendimento da antena NVIS.

    ResponderEliminar